A "GUERRA" NOS BASTIDORES DO FIM DA CPMI DO INSS!
Após o deputado ser acusado de "estupro" pelos parlamentares Lindbergh Farias e Soraya Thronicke — acusação que Gaspar nega e classifica como mentirosa —, diversos colegas de parlamento se manifestaram em sua defesa.
Os pontos principais da movimentação:
Solidariedade Política: Parlamentares da oposição e até independentes classificaram os ataques como uma tentativa de desidratar o relatório final, que pedia o indiciamento de centenas de pessoas por fraudes no INSS.
Foco no Caráter: A defesa focou na trajetória de Alfredo Gaspar como promotor de Justiça, alegando que a acusação foi uma "armação" usada para desviar a atenção das denúncias de corrupção que o relatório de 4,4 mil páginas trazia.
Repúdio à Baixaria: O clima no Congresso foi de repúdio ao uso de temas tão sensíveis como arma de disputa política na madrugada da votação que encerrou a CPMI.
Por que essa "guerra" te prejudica?
Cortina de Fumaça: Enquanto o país discute a briga entre os políticos, as denúncias de desvios bilionários no INSS saem do foco das notícias.
Descredibilização da Investigação: Ao atacar o relator, a base governista conseguiu enfraquecer o impacto das provas colhidas, o que culminou na rejeição do relatório por 19 votos a 12.
Impunidade Real: O resultado prático é que os 216 pedidos de indiciamento foram enterrados. Para o segurado em Alegrete, isso significa que quem fraudou o sistema saiu ileso, enquanto o cidadão honesto continua enfrentando perícias rígidas e demora nos benefícios.
César Ferreira Da Costa Nunes – Especialista em Direito Previdenciário.
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